Passei quinze anos entre o sistema e a legislação. A Planeti nasceu desse incômodo.
Na maior parte da minha carreira eu estive de um lado só da mesa: escrevendo software, cuidando de dado, montando integração. O que me chamou atenção foi outra coisa — quase todo problema sério que chegava não era bug. Era regra de transporte que ninguém tinha traduzido para dentro do sistema.
O jurídico manda o parecer e para na porta do TI. A consultoria de TI não lê resolução da ANTT. A operação fica no meio, emitindo do jeito que sempre emitiu, até aparecer uma multa ou uma auditoria. Ninguém errou de propósito. Só não havia quem falasse as duas línguas.
A Planeti existe para ser essa pessoa. Atendo transportadora e embarcador com as duas frentes na mesma conversa: o que a regra exige, o que o sistema precisa fazer e em que ordem mexer. Não vendo licença de software e não tenho comissão de fornecedor — quando eu digo que uma proposta está caindo caro, é porque está.
Quem contrata a Planeti fala comigo, não com um gerente de conta.

Como eu trabalho
Quatro regras que valem para qualquer projeto, e que às vezes me custam contrato.
Trajetória
O caminho até a Planeti, sem enfeite.
A Planeti e a Ative Sistemas
A Ative é o braço de software do grupo, gerido pela Planeti. Quando um projeto de consultoria precisa de produto, ele existe ali — e a decisão de usar ou não continua sendo do cliente.
Conhecer a fábrica de software →

A primeira conversa é comigo, e é técnica.
Traga o problema do jeito que ele está. Se não for caso de contratar nada, eu digo na primeira meia hora.